FGTS: propostas de pagamento do governo

Na última reunião entre os representantes das centrais sindicais e o ministro do Trabalho, Francisco Dornelles, o critério de pagamento das diferenças nem sequer foi discutido. A negociação começou e foi encerrada com a discussão sobre as fontes de recursos, diz João Vaccari Neto, um dos representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Mas o governo tem uma proposta de pagamento das perdas. Pela proposta do governo, primeiro as diferenças seriam pagas para quem tem até R$ 500 para receber e o pagamento começaria daqui a dois anos, em parcela única. Em seguida, o crédito seria feito para quem tem entre R$ 500,01 e R$ 1 mil para embolsar, também de uma só vez, mas só daqui a três anos. Depois, para quem tem entre R$ 1.001,01 e R$ 2 mil, mas também daqui a três anos, em duas parcelas. Os que têm entre R$ 2.001,01 e R$ 5 mil também só receberiam daqui a três anos, em três parcelas, e de R$ 5.001,01 a R$ 10 mil, daqui a três anos, em quatro parcelas.

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