FGTS: reunião de ministro e centrais

A primeira reunião entre o ministro do Trabalho, Francisco Dornelles, e as centrais sindicais para discutir o pagamento das diferenças de correção nas contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) está marcada para hoje. O governo ainda não sabe como vai pagar a correção de 68,89% fixada pela Justiça. Uma das propostas que poderá apresentar aos trabalhadores é a de pagar uma parte em títulos públicos e outra sob a forma de parcelamento em até cinco anos.As centrais reuniram-se ontem com o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que ficou de apresentar estudo sobre a situação dos trabalhadores beneficiados pelos reajustes. O presidente da CUT, João Felício, diz que a central não aceitará prazo maior de parcelamento do que o de dois anos previstos para o trâmite de ação na Justiça. O pagamento em ações de estatais ou o abatimento na prestação da casa própria terá de ser opcional.

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