FGTS: sindicalistas consideram acordo fechado

O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, afirmou há pouco, ao deixar o Palácio do Planalto,que ficou acertada a forma de reposição das perdas provocadas pelos Planos Verão e Collor I às contas vinculadas do FGTS. Segundo o sindicalista, na reunião realizada há pouco com o presidente Fernando Henrique Cardoso, o ministro do trabalho, Francisco Dornelles, e empresários ficou acertado que o governo entrará com R$ 6 bilhões para o pagamento das reposições. A alíquota de contribuição das empresas para o FGTS subirá 0,5 ponto porcentual, passando dos atuais 8% para 8,5%. Haverá ainda um acréscimo de 10 pontos porcentuais na multa rescisória paga a funcionários demitidos sem justa causa. Com isso, a multa passaria de 40% para 50% e esse acréscimo seria utilizado para reposição do FGTS. Com relação aos trabalhadores, ficou definido uma escala de deságio sobre os créditos a serem receb idos pelos trabalhadores. Para quem tiver até R$ 1 mil, o pagamento da correção não terá deságio. Quem tiver entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, receberá seus créditos com deságio de 10%. No intervalo de R$ 2 mil até R$ 5 mil, o deságio será de 12% e valores acima de R$ 5 mil terão deságio de 15%.

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