FGTS: sindicatos estudam estratégias

As centrais sindicais não definiram uma estratégia conjunta e devem apresentar propostas diferentes ao governo quanto à forma de pagamento da correção do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). De um lado, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) quer que o valor seja entregue em uma só parcela e, de outro, a Força Sindical, mais maleável, estuda ainda as formas de pagamento. Durante a manifestação realizada ontem na Praça da Sé, no centro de São Paulo, o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, afirmou que sua entidade pretende acertar amanhã todos os pontos da proposta que será levada à reunião com o presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, a ser marcada para esta semana. Após o anúncio de que o presidente Fernando Henrique Cardoso havia estendido o direito à correção de 68,89% - calculada pelo Banco Central - a todos os trabalhadores com contas no FGTS durante os planos Verão (janeiro de 1989) e Collor I (abril de 1990), CUT e Força tentaram um acordo, mas mais uma vez não chegaram a um consenso.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.