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FGTS: sindicatos rejeitaram proposta do governo

As centrais sindicais que negociam o pagamento das diferenças de correção nos saldos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) com o governo rejeitaram ontem a proposta de elevar de 8% para 8,5% a alíquota de recolhimento para as empresas e a redução de 8% para 7,5% do crédito na conta do trabalhador. A medida teria o objetivo de obter recursos para financiar o pagamento das perdas promovidas pelos Planos Verão (janeiro de 1989) e Collor 1 (março de 1990) .O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e repudiou a medida. "A Força Sindical não vai aceitar nenhuma proposta que implique aumento de tributo ou impostos." Para o presidente da Social Democracia Sindical (SDC), Enílson Simões de Moura, o Alemão, não tem sentido o governo onerar a folha de pagamento das empresas, aumentando a alíquota de 8% para 8,5%. Ele também não considera justo que, com a redução de meio ponto porcentual no crédito na conta vinculada, o trabalhador pague uma dívida para ele mesmo. A mesma opinião tem o presidente da Central Única dos Trabalhadores, João Felício. Segundo ele, a CUT não pode concordar com uma proposta que onere a produção, principalmente para as médias e pequenas empresas. "Isso afeta até a possibilidade de novos empregos",diz.

Agencia Estado,

18 de janeiro de 2001 | 07h34

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