FGV: alta na gasolina permite subsídio a tarifa em SP

Usar o transporte particular para subsidiar a tarifa de transporte público vai melhorar a sensação de bem-estar da maioria da população de São Paulo e causar um pequeno efeito deflacionário no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), mostra estudo apresentado nesta terça-feira pelo chefe do centro de Crescimento Econômico do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), Samuel Abreu Pessoa.

BEATRIZ BULLA, Agencia Estado

13 de agosto de 2013 | 15h41

Se houver aumento de R$ 0,50 por litro na gasolina, por exemplo, o subsídio para ônibus na capital paulista poderia subir para R$ 1,20. O estudo não está finalizado, de acordo com Pessoa. Numa conta básica, caso a passagem de ônibus estivesse fixada em R$ 3 e fosse abatido totalmente o valor do subsídio, de R$ 1,20, o preço da tarifa poderia baixar para R$ 1,80. Além disso, aumentar a tributação da gasolina para proporcionar maior subsídio provocaria um impacto deflacionário no IPCA, de 0,026 ponto porcentual e melhoraria a sensação de bem-estar de 78% da população.

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