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FGV: cresce intenção de contratações na indústria

A intenção de novas contratações da indústria da transformação melhorou, de 2010 para 2011. É o que mostrou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV) ao anunciar a Sondagem de Investimentos da Indústria da Transformação, que consultou 829 empresas entre os meses de outubro e novembro.

ALESSANDRA SARAIVA, Agencia Estado

20 de dezembro de 2010 | 11h42

Segundo a FGV, a parcela de empresas consultadas no levantamento que pretendem aumentar o total de pessoal ocupado em 2011 foi de 43% - sendo que, no ano passado, o porcentual para esta mesma resposta foi menor, de 40%. Já o porcentual de empresas que planejam reduzir o efetivo no ano que vem foi de 8%, menor do que a fatia de 12% registrada para este mesmo tipo de resposta, no ano passado.

Ainda segundo a fundação, entre as categorias de uso, a maior absorção de mão de obra é prevista pelas empresas produtoras de bens de consumo duráveis. Somente neste segmento, 57% das empresas consultadas preveem elevar o contingente de pessoal ocupado no ano que vem, o maior porcentual da série histórica, iniciada em 2005, para este tipo de resposta.

Faturamento

A indústria da transformação, de uma maneira geral, prevê uma melhora no faturamento em 2011 contra 2010, na avaliação da FGV. No levantamento, a fatia de empresas que aguardam aumento de vendas no ano que vem, descontados os efeitos inflacionários, foi de 72%, acima do porcentual de 69% registrado no ano passado, para esta mesma resposta. O porcentual deste ano foi o segundo maior da série histórica da pesquisa, para esta resposta, perdendo apenas para o de 2005 (79%).

Ainda segundo a fundação, o porcentual de pesquisados da indústria da transformação que estimam diminuição do faturamento em 2011 foi de 6%, abaixo da fatia de 8% apurada para esta mesma resposta, em 2010.

Entre os destaques nas categorias de uso estão as de bens de consumo duráveis e as de materiais para construção. A fatia de empresas com respostas otimistas de melhora de faturamento em 2011 foram, respectivamente de 84% e de 81% para estes dois segmentos, os maiores porcentuais da série histórica da pesquisa, nestas duas categorias de uso.

Ainda segundo a fundação, em 15 dos 21 segmentos industriais pesquisados, as projeções para faturamento feitas em 2011 foram mais favoráveis que as apuradas no ano passado, para este ano.

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