FGV não vai investigar suspeita de vazamento do IGP-M

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) não investigará o vazamento de informações dos números do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) da primeira prévia de março divulgados ontem. O argumento dado à Agência Estado pela Fundação é de que o vazamento não é de sua responsabilidade e que, portanto, não cabe apurar eventuais irregularidades. Já a Assessoria de Imprensa do Banco Central informou que não há nada que a autoridade monetária possa fazer em casos de vazamento de informações sobre índices de preços. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) tomou conhecimento do possível vazamento da primeira prévia deste mês do IGP-M, divulgado ontem, mas considera que não pode fazer nada a respeito. O motivo é que a Fundação Getúlio Vargas e a Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto (Andima), responsáveis pelo índice, não são companhias abertas e, assim, não estão sob a fiscalização da CVM. As informações foram prestadas pela Assessoria de Imprensa da CVM.

Agencia Estado,

11 Março 2004 | 15h40

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