Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

FGV: preço do GNV é o que mais subiu nos postos

O preço do gás natural veicular (GNV) continua o mais elevado no varejo, entre os principais combustíveis utilizados pelo consumidor. A informação é do coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros. Segundo ele, da segunda prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de outubro para igual prévia do mesmo indicador em novembro, o preço do item subiu menos (de 1,18% para 0,87%) - mas continua mais caro do que aumentos e quedas de preços de outros combustíveis.É o caso das movimentações de preços em gasolina (de -0,66% para -0,45%); diesel (de queda de 0,10% para alta de 0,13%) e álcool combustível (de -1,99% para -0,15%), no mesmo período. O economista lembrou que o preço do GNV passou por um forte aumento de preço no mês passado, devido a problemas de oferta menor do que demanda. "Agora normalizou um pouco (a oferta), por isso os preços subiram menos", disse.Quadros comentou que, no atacado, o destaque ficou por conta do álcool, que é derivado da cana-de-açúcar - atualmente em período de entressafra. A diminuição da oferta da cana fez com que o álcool também fosse afetado. Isso levou ao fim da deflação no preço do álcool etílico hidratado (de -1,09% para 1,58%), da segunda prévia do IGP-M de outubro para igual prévia do mesmo índice em novembro.Além do álcool, os preços dos combustíveis no setor atacadista também foram puxados para cima pela aceleração de preços em óleo combustível (de -0,61% para 2,74%) no período. De acordo com Quadros, o fim da queda de preços foi influenciado pelo aumento no preço da cotação do petróleo, no período.

ALESSANDRA SARAIVA, Agencia Estado

21 de novembro de 2007 | 12h50

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.