FGV: vestuário e educação causam leve baixa do IPC-S

As taxas de inflação mais fracas nos grupos de vestuário (de 1,23% para 0,85%), educação, leitura e recreação (de 0,45% para 0,30%) e despesas diversas (de 0,27% para 0,17%) foram a principal contribuição para a taxa um pouco menor da inflação mensurada pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S). Segundo informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o IPC-S de até 15 de outubro mostrou alta de 0,65%, após aumento de 0,66% na prévia anterior.

ALESSANDRA SARAIVA, Agencia Estado

18 de outubro de 2010 | 10h53

Segundo a FGV, em cada uma destas classes de despesa que apresentaram inflação menos intensa, houve menor avanço de preços em produtos como roupas (de 1,44% para 0,98%), salas de espetáculo (de 4,20% para 2,26%) e alimento para animais domésticos (de 1,94% para 0,58%), respectivamente. Isso ajudou a diminuir o ritmo de inflação medida pelo indicador.

As outras classes de despesa apresentaram aceleração de preços ou fim de deflação no mesmo período. É o caso de alimentação (de 1,41% para 1,45%), transportes (de -0,04% para 0,05%), habitação (0,33% para 0,34%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,50% para 0,51%).

A FGV informou ainda que, entre os produtos pesquisados para cálculo do IPC-S de até 15 de outubro, as elevações mais significativas foram apuradas nos preços de feijão carioquinha (24,37%), limão (25,02%) e taxa de água e esgoto residencial (1,66%). Já as mais expressivas quedas foram registradas nos preços de mamão papaia (recuo de 18,46%), manga (baixa de 19,77%) e cebola queda de 16,28%).

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.