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Fibria e Suzano sobem após notícia de fusão

Primeira e segunda colocadas no ranking de fabricação de celulose no País, companhias divulgaram que estão em discussões preliminares

Karin Sato e Reuters, O Estado de S.Paulo

19 Fevereiro 2018 | 21h36

As ações das fabricantes de celulose Fibria e Suzano tiveram fortes alta no pregão desta segunda-feira, 19, da B3 – nova denominação da Bolsa paulista – depois de ambas confirmarem que estão em conversas preliminares para uma possível fusão ou associação. Os papéis da Fibria subiram 3,23%, para R$ 59,15, enquanto os da Suzano tiveram alta de 3,51%, para R$ 22,09.

Tanto a Fibria quanto a Suzano – primeira e segunda colocadas no ranking de fabricação de celulose no País – divulgaram, em fatos relevantes, que estão em discussões preliminares relativas ao negócio. Os comunicados foram publicados após reportagem sobre as conversas ter sido publicada na semana passada pelo Estado

A Suzano disse que foram estabelecidas discussões “muito preliminares” com representantes da Fibria sobre “possível negócio envolvendo as empresas, sem nenhum formato ou estrutura definida”.

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Os controladores da Fibria são Votorantim Participações e o braço de participações em empresas do BNDES, BNDESPar. Já a Suzano é controlada pela família Feffer, mas também tem o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social como minoritário.

As discussões da Suzano com Fibria também ocorrem enquanto a própria Suzano avalia construir uma nova fábrica de celulose no Estado de São Paulo e em meio a notícias de que é favorita na compra da fabricante de celulose Lwarcel, também em São Paulo.

Movimento. A entrada da Paper Excellence no Brasil – por meio da compra da Eldorado Celulose, que pertencia à J&F, da família Batista – teria sido um dos motivos que levaram os controladores da Suzano a voltar a pensar em uma associação com sua maior concorrente brasileira. 

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