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Fiesp quer nova revisão da tarifa do gás em seis meses

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) considerou insuficiente a redução na tarifa do gás natural promovida pelo Governo do Estado. Em nota divulgada no fim da tarde de ontem, a entidade defendeu uma nova revisão tarifária para daqui a seis meses. "São inaceitáveis os números anunciados pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp), muito aquém do possível e esperado por todos os consumidores", disse em nota o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

AE, Agencia Estado

30 de maio de 2009 | 18h06

A revisão tarifária, segundo informou ontem o diretor da Arsesp, Zevi Kann, deverá representar até 30% de redução no preço para algumas classes de consumo de gás, como os pequenos industriais que consomem até 50 mil metros cúbicos de gás por mês. Para o industrial que consome acima desta medida, a redução poderá ficar ao redor de 17%, e para as residências, de 7% a 8%. Para o Gás Natural Veicular (GNV), o corte será de 16% nos postos. Os novos preços entrarão em vigor amanhã, domingo, 31.

Segundo a nota da Fiesp, a tarifa do gás natural é composta pela carga tributária, a margem de comercialização e o preço do combustível pago pela distribuidora à Petrobras. Entre 1º de janeiro e 1º de abril deste ano, o preço do gás boliviano, importado pelo Brasil, baixou 34,6%. Na combinação entre o produto comprado no exterior e no Brasil, a Comgás se beneficiou da redução de 23,5%.

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