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Fipe: álcool sobe 5,22% e gasolina avança 0,51% em SP

Os aumentos nos preços do álcool e da gasolina, em setembro, pressionaram os gastos dos paulistanos com transportes, informou hoje a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). No mês passado, o preço do litro do álcool combustível subiu 5,22% nas bombas, enquanto a gasolina ficou 0,51% mais cara. Hoje, a Fipe divulgou o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na cidade de São Paulo, que apontou inflação de 0,16%.

FRANCISCO CARLOS DE ASSIS, Agencia Estado

02 de outubro de 2009 | 11h19

Os reajustes do álcool e da gasolina estão entre os motivos para a passagem do grupo Transporte, que compõe o IPC, de uma deflação de 0,05% em agosto para uma inflação de 0,25% em setembro. O preço do óleo diesel caiu 0,41% no período, mas outras despesas com veículos também subiram de agosto para setembro.

O preço do óleo lubrificante avançou 1,70%, enquanto a manutenção do veículo ficou 0,84% mais cara. Já o subgrupo Aquisição de Veículo Próprio, ainda por conta dos efeitos da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre automóveis, registrou variação 0,38% menor em setembro. Os preços dos automóveis novos apresentaram queda de 0,63% e os dos usados, baixa de 0,31%.

Produtos mais consumidos

No caso do grupo Habitação, houve inflação de 1,23% em agosto e de 0,47% em setembro. Em Alimentação, o índice passou de inflação de 0,22% em agosto para deflação de 0,63% em setembro. Este movimento, segundo a Fipe, foi puxado pela redução nos preços dos produtos mais consumidos pelas famílias paulistanas.

Os artigos de limpeza, por exemplo, fecharam setembro com uma deflação de 0,43%. As famílias gastaram menos na compra de sabão em pó, que registrou recuo de 0,21% nos preços. O detergente caiu 1,55%, o desinfetante ficou 1,50% mais barato e a água sanitária teve redução de 1,06%. Dentro do grupo Habitação, a situação só não foi mais favorável porque o gás de botijão ficou 5,61% mais caro, a tarifa de energia elétrica subiu 1,10% e o aluguel foi reajustado em 0,33%. Entre os alimentos, os derivados do leite fecharam com um deflação de 0,29%, enquanto os derivados da carne ficaram 0,80% mais baratos.

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