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Fipe diz que gasolina aumentou 4,5% nos postos de SP

O aumento médio do preço da gasolina para o consumidor de São Paulo ficou em 4,5% previstos pela Petrobras. A constatação é da Fipe, que coleta diariamente os preços de 525 itens que compõem o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), entre eles, o dos combustíveis. O novo preço da gasolina entrou em vigor na terça-feira, um dia após a Petrobras ter anunciado o aumento de 10,8% no preço da gasolina nas refinarias e de 10,6% para o óleo diesel. No anúncio, a estatal previu que o reajuste nas bombas de gasolina seria de 4,5% e o diesel em 6,4%. As previsões da Petrobras foram contestada pelo presidente Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo, (Sincopetro), José Alberto Paiva Gouveia. O sindicalista disse os postos iriam repassar integralmente o reajuste ao consumidor.Para o coordenador do IPC-Fipe, Paulo Picchetti, "a composição dos custos" dos postos não permite aumento maior. "A Cide, Cofins e o álcool são custos fixos no preço da gasolina", afirma. De acordo com ele, quem aumentar mais venderá menos. "A argumentação de que o preço é livre perde força diante da demanda. Se o mercado é livre, porque então os postos não deram aumentos maiores antes?", disse.

Agencia Estado,

18 de junho de 2004 | 17h53

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