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Firjan diz que alta da Selic poderia ter sido evitada

A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) criticou nesta quarta-feira, em nota, a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a Selic para 7,50% ao ano. Para a entidade, o aumento era previsível diante da deterioração do quadro inflacionário, mas poderia ter sido evitado caso "tivesse sido adotada uma política fiscal que aliviasse a pressão sobre os preços".

EQUIPE AE, Agencia Estado

17 de abril de 2013 | 20h48

Na avaliação da Firjan, no entanto, a contribuição que pode ser dada pela política fiscal é necessária, mas não suficiente. "A combinação de inflação persistentemente elevada e baixo crescimento do PIB também está relacionada aos chamados gargalos estruturais, que resultam em baixa produtividade e elevados custos de produção para as empresas brasileiras", destacou a federação, ao defender duas frentes de atuação para a política econômica: aumento do superávit primário, pautado em redução dos gastos correntes do governo, e aprofundamento da agenda de competitividade, com foco na redução do chamado "custo Brasil".

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