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Fiscalização sobre a Mattel é reforçada

Mais de 10 mil consumidores já pediram troca no recall da empresa no País

Renata Veríssimo e Ana Paula Lacerda, O Estadao de S.Paulo

07 de agosto de 2023 | 00h00

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, anunciou ontem que a importação de brinquedos da Mattel será controlada para evitar a entrada no País de produtos com defeito de fabricação. Segundo ele, desde a semana passada, o ministério, o Inmetro e a Receita Federal estão atentos para verificar se os brinquedos não fazem parte dos lotes que tiveram problemas de fabricação e terão de passar por recall.Os três órgãos, disse Miguel Jorge, farão ''''uma análise mais cuidadosa'''' dos produtos da Mattel antes de liberar as importações. O ministro ressaltou a informação divulgada na semana passada pela fábrica de que 850 mil unidades do lote com problemas foram vendidos no País. ''''Como é difícil que haja uma só criança em cada casa, podemos estar falando de quase dois milhões de crianças no Brasil usando os brinquedos.''''A Mattel, a maior fabricante mundial, anunciou este mês o recall de 21,8 milhões de brinquedos em todo o mundo. O recall atinge brinquedos com ímãs fabricados nos últimos cinco anos na China, das linhas Polly, Batman e Barbie & Tanner. A lista pode ser vista no site www.recallmattel.com.br.No Brasil, 43.516 pessoas já ligaram para o SAC da empresa (0800-7701207), e 10.681 solicitaram a troca dos brinquedos.Apesar de questionada pelos Correios por não utilizar Sedex ou encomendas rastreadas, a Mattel não mudará o sistema de envio dos brinquedos por carta. ''''A companhia confia na qualidade dos serviços oferecidos pelos Correios. No último recall, a Mattel teve apenas cerca de 10 de produtos extraviados'''', informou a empresa. Segundo a Mattel, a partir do momento em que o consumidor faz seu cadastro no SAC, é feito um histórico com a lista de produtos que serão encaminhados. O consumidor deve entrar em contato com o SAC caso tenha dúvidas durante a troca.CHINA BARBIENos EUA, a Mattel entrou com um processo contra a atriz que se identifica como ''''China Barbie'''' e mantém o site de mesmo nome, por utilizar o nome da boneca para divulgar seu trabalho em produções pornográficas. A empresa diz que o faturamento anual com a boneca é de US$ 1,8 bilhão, e que a atriz deturpa a imagem do brinquedo.

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