Flexibilizar virou a palavra da moda

Um dos setores mais afetados na crise econômica, entre 2008 e 2009, foi o ligado à indústria automobilística - resultado da queda brusca da venda de carros nos mercados interno e externo. As siderúrgicas, como CSN e Usiminas, passaram por problemas semelhantes. Na época, houve uma sucessão de anúncios de demissões e de férias coletivas.

, O Estado de S.Paulo

25 de julho de 2010 | 00h00

Naquele momento, pipocaram manifestações de metalúrgicos nas portas das fábricas com o objetivo de garantir benefícios acertados em acordos coletivos anteriores. O termo do momento entre os empresários era a flexibilização das leis trabalhistas.

Um dos primeiros empresários a falar abertamente sobre o assunto foi Roger Agnelli, presidente da Vale, em entrevista ao Estado. A mais representativa federação das indústrias do País, a Fiesp, foi além ao propor que, para minimizar os efeitos da crise, se incluísse a flexibilização do pagamentos de direitos como férias, 13º salário e participação nos lucros.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.