Fluxo positivo de estrangeiros impulsiona alta na Bovespa

No mercado de câmbio local, o dólar fechou em queda de 0,77%, cotado a R$ 1,813

estadao.com.br,

14 de setembro de 2009 | 17h00

A Bovespa apagou as perdas apresentadas no início desta segunda-feira, 14, aniversário de um ano da crise financeira global, e fechava o primeiro pregão desta semana operando em alta de 0,52% (58668,78 pontos) às 16h55, acompanhando a oscilação das Bolsas de Nova York. Os ganhos aqui, porém, foram potencializados pelo fluxo positivo de estrangeiros na Bolsa, sobretudo nas blue chips Petrobrás e Vale.

 

Os principais índices do mercado de ações norte-americano operaram em leve alta, apesar da preocupações com a tensão comercial surgida entre EUA e China no final de semana e pelo declínio nos papéis de instituições financeiras. Os investidores também tiveram que digerir o discurso do presidente norte-americano, Barack Obama, sobre a crise financeira. No encerramento do pregão em Nova York, o índice Dow Jones subiu 0,22% e Nasdaq registrou alta de 0,52%.

 

Na Europa, o índice CAC-40 da Bolsa de Paris perdeu 0,11% para 3.730,61 pontos, enquanto o índice alemão DAX perdeu 0,07% para 5.620,24 pontos. O FTSE da Bolsa de Londres reverteu perdas iniciais e fechou com alta de 0,15% em 5.018,85 pontos.

 

Depois de abrir o pregão em alta, acompanhando o mau humor do mercado internacional, o segmento doméstico de câmbio passou ao campo negativo assim que o panorama externo se acomodou. No final do dia, o dólar fechou em queda de 0,77%, cotado a R$ 1,813.

 

Os juros futuros fecharam a negociação normal da BM&F próximos da estabilidade. A segunda-feira foi marcada pela liquidez reduzida e pelo noticiário esvaziado, sobretudo no front doméstico, cuja agenda esteve limitada aos resultados da pesquisa Focus do Banco Central. Às 16 horas, o juro pós-fixado (DI) janeiro de 2011 (83.125 contratos) projetava 9,65%, de 9,64% na sexta-feira. O DI julho de 2010 (28.280 contratos) marcava 8,87%, de 8,85% anteriormente. O DI janeiro de 2012 (40.870 contratos) tinha taxa de 10,96%, estável ante o fechamento e perto do ajuste (10,97%) de sexta-feira.

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