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FMI adverte países de protecionismo 'pela porta de trás'

Para Strauss-Kahn, há um 'risco real' de que o setor financeiro seja atingido por uma onda protecionista

Cynthia Decloedt, da Agência Estado,

13 de fevereiro de 2009 | 11h53

O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, advertiu os governos para evitarem a prática do protecionismo "pela porta de trás", ao buscarem ajudar suas economias em meio à desaceleração global. Em comentários prévios ao encontro do G-7 - grupo dos sete países mais industrializados do mundo - em Roma neste fim de semana, Strauss-Kahn afirmou ser improvável que os governos recorram a medidas abertamente protecionistas - com elevação de tarifas - mas acrescentou haver um "risco real" de que o setor financeiro seja atingido por uma onda de protecionismo.  Veja também:G-7: França quer maior controle sobre fundos de risco PIB da zona do euro tem queda recordeVeja a evolução do PIB trimestral dos países europeusDe olho nos sintomas da crise econômica  Dicionário da crise Lições de 29Como o mundo reage à crise  "Quando os governos oferecem recursos ou recapitalizam os bancos, podem acrescentar alguns comentários de que os recursos deveriam permanecer em casa", disse o diretor-gerente do FMI. Strauss-Khan também destacou o risco das medidas "Buy American" presentes no pacote de estímulo norte-americano. "Pode haver, nos diferentes pacotes de estímulo, alguns comentários ou emendas dizendo que o dinheiro deva ser usado para a compra de produtos nacionais. Portanto, este tipo de protecionismo pode voltar", disse. Seus comentários antecedem, além da reunião do G-7, à votação no Senado e na Câmara dos EUA de um pacote de US$ 789 bilhões para estimular a economia norte-americana.  "O risco de uma política do 'empobrecimento do vizinho' é elevado e acredito ser parte de nosso trabalho esclarecer que de modo nenhum, durante um crise global (deveria haver) uma solução doméstica ou nacionalista: temos de encontrar uma resposta global", afirmou. As informações são da Dow Jones.

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