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FMI afirma que golpe na Tailândia teve impacto financeiro "limitado"

O diretor geral do FMI, Rodrigo Rato, afirmou nesta quarta-feira que até agora o golpe na Tailândia teve um impacto "limitado" sobre o sistema financeiro e enfatizou que as economias asiáticas são "resistentes" a efeitos externos."A economia tailandesa tem uma base forte e as reações dos mercados financeiros foram limitadas", apontou Rato em comunicado. "Os mercados financeiros regionais também mostraram-se pouco afetados até o momento", afirmou."Em geral, as economias asiáticas são resistentes aos impactos externos, pois nos últimos anos se fortaleceram em seus marcos macroeconômicos, aumentaram a flexibilidade de seu câmbio e reduziram a vulnerabilidade externa", explicou Rato.O diretor do FMI tinha minimizado as conseqüências econômicas do golpe militar em declarações feitas depois do encerramento da Assembléia Anual do FMI e do Banco Mundial, realizada em Cingapura."Certamente até agora não vimos nenhuma conseqüência financeira", disse Rato à imprensa no Centro de Convenções de Suntec, em Cingapura."Seguimos a situação de uma maneira muito rígida", afirmou. "Esperamos que haja uma evolução" da situação, disse Rato, que destacou os "benefícios da democracia e da estabilidade do país". A equipe econômica do governo deposto encontrava-se em Cingapura na terça-feira quando o golpe aconteceu na Tailândia.Nesta quarta-feira estava previsto que o ministro da Economia da Tailândia, Thanong Bidaya, fizesse um pronunciamento para os 184 membros do FMI e do Banco Mundial na Assembléia.Porém, sua participação foi cancelada e a delegação tailandesa interrompeu sua estada em Cingapura e voltou à Bangkok na manhã desta quarta-feira, segundo informações do Banco Mundial.Entre os membros da delegação, estava o governador do Banco da Tailândia, Pridayadhorn Devakula, que, segundo o jornal The Nation, aceitou ser o primeiro-ministro do novo governo interino.No total, 44 representantes do país participaram das reuniões do FMI e do Banco Mundial. Na lista estão os principais funcionários do Ministério da Economia e do Banco Central, e os encarregados da economia internacional, assim como os diretores do Banco de Central do Governo.

Agencia Estado,

20 de setembro de 2006 | 08h32

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