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FMI alerta Equador para excesso de gastos

O FMI está preocupado com o crescimento dos gastos do governo do Equador, em 2002. O Fundo também está preocupado com os problemas potenciais que o governo deve enfrentar no serviço de sua dívida externa e interna. Se o atual déficit de 2,5%, ou US$ 500 milhões, for mantido, o governo do Equador não terá fundos suficientes para honrar os pagamentos de sua dívida e salários, disse Bob Traa, do FMI, para a Dow Jones. Traa está supervisionando as negociações de um novo acordo de crédito "stand-by" do FMI com o Equador, de US$ 300 milhões. De acordo com informe do Banco Central equatoriano, o governo terá, neste ano, um encargo total de US$ 1,88 bilhão no serviço da dívida. O funcionário do FMI disse que, no texto do orçamento 2002, alguns setores prevêem crescimento de gastos de mais de 30%, um nível altamente perigoso numa economia dolarizada e com montante elevado da dívida pública. Traa disse que o governo tem apenas duas opções: aumentar impostos ou moderar o crescimento nos gastos. O FMI, acrescentou, não está pedindo um aumento de impostos. O maior aumento nos gastos do orçamento do Equador deste ano foi constatado nos salários, gastos com bens e serviços, assim como no gasto de capital.

Agencia Estado,

22 de março de 2002 | 20h30

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