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FMI alerta para risco de protecionismo na América Latina

Os preços elevados das commodities e do abrandamento da política monetária nas economias avançadas devem sustentar um crescimento econômico estável na América Latina, informou o Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta sexta-feira. Membros do fundo alertaram, porém, para o risco potencial de superaquecimento e para as ameaças resultantes de políticas protecionistas.

ROBERTO CARLOS DOS SANTOS, Agencia Estado

20 de abril de 2012 | 15h50

"Ainda estamos em um mundo perigoso, mas ventos favoráveis continuam presentes em grande parte da nossa região", disse Nicolas Eyzaguirre, diretor do FMI para a América Latina.

O fundo prevê que América Latina e Caribe cresçam em torno de 3,75% este ano. O crescimento recente e as expectativas positivas para este ano nos países da região - particularmente naqueles que se beneficiam de exportações robustas - dão à região a oportunidade de assegurar sua saúde fiscal e econômica daqui para frente, analisou Eyzaguirre.

Uma preocupação importante para membros do FMI é o risco de países emergentes da AL adotarem medidas protecionistas em resposta a decisões tomadas por economias avançadas como a dos Estados Unidos. Para Eyzaguirre, tal reação deve ser evitada, pois, apesar de trazer alívios imediatos, "pode trazer consequências negativas a médio prazo". As informações são da Dow Jones.

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