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FMI: Brasil, Chile e Peru terão recuperação mais rápida

A recuperação da América Latina após a crise econômica global será "heterogênea", com uma ampla diferença entre o ritmo rápido e lento, disse Nicolas Eyzaguirre, chefe do Departamento do Hemisfério Ocidental do Fundo Monetário Internacional (FMI). Países como o Brasil, o Chile e o Peru, que estão em uma posição mais forte que os demais, vão se beneficiar do aumento dos preços das matérias-primas (commodities) e podem enfrentar forte pressão em suas moedas, disse Eyzaguirre durante um encontro do Conselho das Américas em Buenos Aires, na Argentina. O vigor econômico desses países e a receita com commodities vão atrair muito investimento direto estrangeiro e de carteira, acrescentou. Mas o "dilema" será como expandir a economia sem uma valorização de suas moedas, disse.

SUZI KATZUMATA, Agencia Estado

26 de agosto de 2009 | 16h48

Os países que estão em uma pior posição são aqueles mais dependentes da economia dos EUA, ou do mercado de mão de obra americano, disse Eyzaguirre. Eles são representados especialmente pelos países do Caribe, que são altamente endividados e dependem dos turistas americanos, assim como das remessas de cidadãos que emigraram para os EUA, disse. O México também tem uma situação "complicada", apesar da sua forte posição macroeconômica, o país é muito dependente da demanda doméstica dos EUA, disse Eyzaguirre. As informações são da Dow Jones.

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