FMI critica manifestantes anti-globalização

O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kenneth Rogoff, criticou o estatismo, o isolamento econômico e a intervenção estatal, ao mandar um recado para os manifestantes anti-globalização que devem perturbar a reunião conjunta do FMI e Banco Mundial, neste fim-de-semana, em Washington.Segundo o economista-chefe, um modelo econômico com aquelas características significa ?pobreza para as massas e privilégio para uns poucos?. Mas Rogoff procurou adotar também um tom conciliador em relação aos manifestantes. ?Nós reconhecemos o seu idealismo e a sua paíxão por um mundo mais justo; se vocês se derem ao trabalho de ouvir, provavelmente descobrirão que nós partilhamos de algumas de suas idéias sobre como melhorar o processo de globalização?, disse, acrescentando: ?Vocês podem até descobrir que também partilham de algumas das nossas (idéias), como a necessidade de uma forma dramaticamente melhor de ajudar países a solucionar endividamentos insustentáveis?.Mas, dizendo que espera que as demonstrações sejam pacíficas, o economista-chefe acrescentou que ?é forçoso admitir que a anarquia não traz prosperidade?.

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