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FMI diz que Brasil precisa reduzir déficit previdenciário

O diretor-assistente do departamento do hemisfério ocidental do FMI, Lorenzo Perez, pediu hoje, ao deixar o Ministério da Previdência, mais reformas para reduzir o déficit previdenciário no País. "Acho que tem que fazer mais", disse Perez, após se reunir com o ministro da Previdência, José Cechin.Ele lembrou que a reforma feita na Previdência Social que instituiu o fator previdênciário no sistema privado de aposentadorias (INSS) conseguiu manter o déficit entre 1% e 1,2% do PIB mas, na avaliação dele, é preciso avançar mais.Perez se mostrou confiante em que o País encontrará uma solução para o déficit da Previdência. "Sim, há solução", afirmou o diretor-assistente, que estava acompanhado do chefe da missão do FMI que está no Brasil para a primeira revisão do acordo do País com o Fundo, Jorge Marquez-Ruarte.Perez informou que a missão passará o fim de semana trabalhando no hotel em que está hospedada. Do Ministério da Previdência, a missão seguiu para uma reunião com o secretário de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Hélio Tollini. Perez informou que, ao final dos trabalhos da missão, que deixará o País no dia 20, Marquez-Ruarte falará sobre os encontros mantidos.

Agencia Estado,

14 de novembro de 2002 | 17h59

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