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FMI pede a governos que evitem alta da inflação

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou os governos para não contarem com a inflação para eliminar parte da dívida que acumularam. "É absolutamente fundamental que a estabilidade dos preços seja mantida", afirmou José Viñals, diretor do departamento monetário e de mercado de capitais do FMI. "Se as expectativas inflacionárias subirem, as taxas de juro de longo prazo terão de subir, tornando o financiamento muito mais caro", acrescentou.

CYNTHIA DECLOEDT, Agencia Estado

14 de outubro de 2009 | 14h43

Viñals citou uma pesquisa do FMI, mostrando que uma taxa de inflação de 5% irá reduzir em menos de 25% o aumento esperado da dívida em cinco anos. "Definitivamente não vale a pena correr o risco de deixar a inflação escapar do controle", citou. O FMI recomenda aos países que se concentrem em reduzir sua dívida em cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos 20 anos. Para atingir esta meta, as economias avançadas, como a dos Estados Unidos, precisariam sair de déficits próximos a 3,5% do PIB para superávits de cerca de 4,5% do PIB.

"Os governos deveriam começar com o óbvio: permitir que os estímulos fiscais atuais expirem quando a recuperação estiver bem estabelecida", disse o diretor de assuntos fiscais do FMI, Carlo Cottarelli. Os governos também deveriam reformar os sistemas de pensão e saúde, reduzir seus gastos e encontrar maneiras para aumentar as receitas, acrescentou. As informações são da Dow Jones.

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