carteira

As ações mais recomendadas para dezembro, segundo 10 corretoras

FMI prevê que auge da crise será em 2009

Para Strauss-Kahn, 'não há possibilidade de que nenhum país possa escapar dessa crise'

Efe,

09 de dezembro de 2008 | 03h08

O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, previu nesta segunda-feira, 8, um "duro" panorama econômico para 2009. Ele disse ainda que a atual crise deve ser aliviada no final desse mesmo ano ou início de 2010. Veja Também: Ásia acompanha mercados mundiais e abre em altaEntenda a disparada do dólar e seus efeitos Dicionário da crise Lições de 29Como o mundo reage à crise   "O ano de 2009 será duro, nós no FMI vemos as possibilidades de sair da crise no final de 2009 ou início de 2010", disse o político e economista francês em entrevista coletiva na sede da Presidência dominicana, onde se reuniu com o líder do país, Leonel Fernández. Strauss-Kahn afirmou que, para isso, os países deverão adotar as políticas, as salvaguardas e as regulações necessárias. No entanto, insistiu em que persiste a incerteza sobre o tema e destacou que "não há possibilidade de que nenhum país, em nenhum lugar do mundo, possa escapar dessa crise". Strauss-Kahn disse que a atual crise provocará a perda de empregos em todas as partes do mundo, por isso pediu aos Estados Unidos e aos países europeus para "fortalecer e estimular a economia para evitar essas perdas". Além disso, ressaltou que as conseqüências da atual crise econômica podem ser particularmente "duras" para os setores de baixa receita e nos países emergentes e em desenvolvimento. Nesse sentido, afirmou que o FMI faz esforços para colocar à disposição destes países fundos que possam ajudar a combater os efeitos da crise. Posteriormente, em outra entrevista coletiva, Strauss-Kahn previu que os preços dos produtos alimentícios continuarão em ascensão nos próximos meses e que a baixa do custo de petróleo gerará "muitos problemas" para os países exportadores de petróleo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.