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FMI reafirma confiança na economia brasileira

O Fundo Monetário Internacional reiterou hoje sua confiança na economia brasileira e procurou minimizar o significado do nervosismo que a possibilidade da eleição de um presidente da oposição gera no mercado. Com o Banco Central tentando responder ao que alguns analistas já vêem como um ataque especulativo, o porta-voz do FMI, Thomas Dawson, afirmou que a volatilidade neste momento é "compreensível", mas reafirmou a avaliação que o Fundo tem feito, segundo a qual "o Brasil tem uma boa política econômica". Parafraseando declarações que o diretor-gerente da instituição, Horst Koehler, em entrevista à agência ?Reuters?, na terça-feira, Dawson disse que o Fundo acredita na solidez institucional da política econômica da atual administração, e ressaltou que as reformas estruturais executadas no Brasil nos últimos anos não podem ser revertidas por uma mudança de governo. Koehler foi mais específico em sua entrevista à ?Reuters? e indicou que não teme a eleição do candidato do Partido dos Trabalhadores, Luiz Inácio Lula da Silva - menos, talvez, por Lula, do que pelo que vê como o ?caráter institucional? das mudanças econômicas que deram estabilidade à economia brasileira."Apesar de todo o debate sobre a incerteza que haveria se houvesse uma mudança (em favor) do Sr. Lula, a democracia no Brasil ganhou raízes fortes e o País fortaleceu suas instituições de forma tão significativa que o Sr. Lula, ou qualquer outra pessoa que chegar ao poder, não mudará isso", disse Koehler. Ele acrescentou que não acredita que o Brasil precisará de mais dinheiro do FMI, incluindo o total de US$ 10 bilhões que terá disponível a partir da aprovação da terceira revisão do acordo suplementar de setembro do ano passado, "porque os mercados honrarão as boas políticas que eles (os brasileiros) exibiram no último ano".

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