Renda extra

Fabrizio Gueratto: 8 maneiras de ganhar até R$ 4 mil por mês

FMI sugere fiscalização com mais independência

O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial (BM) recomendaram ontem ao Brasil dar mais independência operacional aos órgãos federais de controle e de fiscalização dos segmentos de seguros e de fundos de pensão privados. A sugestão consta do comunicado da missão de exame do setor financeiro brasileiro, conduzida pelos dois organismos internacionais nas últimas duas semanas.

DENISE CHRISPIM MARIN, CORRESPONDENTE, WASHINGTON, O Estado de S.Paulo

22 de março de 2012 | 03h08

Outras reformas foram aconselhadas para proteger o sistema financeiro de futuras turbulências, como o fortalecimento dos meios para o Brasil resolver eventuais crises bancárias. Nos anos 90, o Banco Central adotou o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer), extinto em 1998. Nenhum mecanismo o substituiu desde então.

No comunicado, Dimitri Demekas, do FMI, e Augusto de la Torre, do Banco Mundial, ressaltaram o fato de o arcabouço do sistema financeiro brasileiro ser forte, assim como a regulação e a supervisão do setor. Esse conjunto confere estabilidade ao sistema. Mas seria necessário o reforço da independência operacional para as superintendências de Seguros Privados (Susep) e de Previdência Complementar (Previc).

As mudanças sugeridas ao Brasil não chegam a ser volumosas e profundas como as requeridas a seus associados na Europa e nos Estados Unidos. O País, segundo o comunicado, mantém um "sistema financeiro na direção da estabilidade, com baixos níveis de risco sistêmico, e soube valer-se do alto volume de suas reservas internacionais e da taxa de câmbio flexível para amortecer os choques das crises recentes".

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.