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FMI vê com preocupação queda de fluxo para emergentes

Relatório do IIF aponta que recursos para essas nações cairão de US$ 1 trilhão para cerca de US$ 150 bilhões

Daniela Milanese, enviada especial, O Estado de S.Paulo

31 de janeiro de 2009 | 14h11

O Fundo Monetário Internacional (FMI) vê com preocupação a queda no ingresso de recursos nos países emergentes. "Há um reconhecimento sobre uma repentina parada do fluxo de capital para os mercados emergentes", afirmou neste sábado, 31, o vice-diretor gerente do fundo, John Lipsky, no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).   Relatório divulgado recentemente pelo Instituto de Finanças Internacionais (IIF, na sigla em inglês) apontou que os recursos para essas nações cairão de US$ 1 trilhão para cerca de US$ 150 bilhões neste ano. Segundo ele, os países em desenvolvimento foram afetados pela crise financeira internacional de duas maneiras. Além da restrição do fluxo, está havendo queda das exportações. "O FMI tem um papel para assegurar que um suporte esteja disponível."   O problema é que o próprio fundo tem limitações. Hoje, possui US$ 200 bilhões para emprestar, o que atende as necessidades somente para os próximos seis meses, afirmou Lipsky. Ele vê a necessidade de mais US$ 250 bilhões, para "dar confiança de que poderemos ajudar em qualquer eventualidade". O Japão já ofereceu US$ 100 bilhões, mas ainda faltam US$ 150 bilhões para fechar a conta.

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