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Força adianta campanha salarial

Metalúrgicos de SP querem intensificar mobilização

Marcelo Rehder, O Estadao de S.Paulo

28 de agosto de 2009 | 00h00

Os metalúrgicos da Força Sindical resolveram começar mais cedo a campanha salarial deste ano. Com data-base em novembro, os trabalhadores entregaram ontem a pauta de reivindicações à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), e cobraram agilidade nas negociações. "Começamos a campanha bem mais cedo este ano para intensificar a mobilização, porque sabemos que os patrões vão usar a crise como justificativa para dificultar as negociações, e não vamos aceitar", disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, Miguel Torres. Além disso, o sindicalista explicou que este ano serão renovar todas as cláusulas econômicas e sociais da convenção coletiva. "V amos ter que conversar muito", ressaltou.A campanha envolve cerca de 800 mil metalúrgicos do Estado de São Paulo. A categoria reivindica reposição das perdas com a inflação, aumento real de salário e redução da jornada para 40 horas semanais. Os trabalhadores querem ainda estabilidade no emprego aos acidentados no trabalho e portadores de doenças profissionais e piso único, entre outras reivindicações.Torres explicou que o porcentual de aumento salarial será definido no decorrer das negociações. "Nossa equipe técnica vai acompanhar o crescimento da produção e os índices de inflação para, então, definir o aumento a ser reivindicado", disse o sindicalista.A entrega da pauta foi precedida de uma carreata integrada por cerca de 200 veículos ocupados por dirigentes de 54 sindicatos e entidades de metalúrgicos do Estado ligadas à Força. QUÍMICOSTambém com data-base em novembro, os químicos da Força Sindical já começam a se movimentar para dar início à campanha salarial. A Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas (Fequimfar)definiu ontem a pré-pauta de reivindicações, que inclui aumento real de salário de 5%, além da reposição da inflação, e participação nos lucros (PLR) de dois salários normativos. A Fequimfar representa mais de 110 mil trabalhadores no Estado.

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