Força discute campanha salarial emergencial amanhã

A Força Sindical informou que a sua direção nacional se reúne amanhã em São Paulo para decidir como será deflagrada a campanha salarial emergencial que pretende conseguir um novo reajuste para as categorias profissionais que tiveram dissídio coletivo no final do ano passado. Estas categorias, de acordo com dirigentes da central sindical, tiveram o último reajuste salarial corroído em até 50% por causa dos altos índices de inflação registrados nos últimos três meses de 2002.A proposta da campanha emergencial foi lançada na semana passada pelo presidente da Força, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, e já recebeu sinais positivos de dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Confederação Geral dos Trabalhadores (CGT). Estudo da subseção do Dieese do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, utilizado como uma das bases de argumento da Força Sindical, afirma que o reajuste obtido por diversas categorias no segundo semestre ainda vão corroídos pela inflação até meados de fevereiro.Entre as categorias incluídas na campanha emergencial estão os metalúrgicos, químicos, têxteis, padeiros, telefônicos e trabalhadores do setor de alimentação. Segundo estimativas da Força Sindical, eles somam quase 2,6 milhões no estado de São Paulo.

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