Força Sindical quer correção sobre multa rescisória

A Força Sindical quer entrar na Justiça para forçar os empresários que demitiram trabalhadores logo após os planos Verão e Collor 1 a pagarem a correção monetária de 68,9% sobre o valor da multa rescisória de 40%, nos casos de demissão sem justa causa. O Supremo Tribunal Federal decidiu que esse montante tem que ser creditado aos trabalhadores com contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) naquela época. O governo já acertou um acordo para o pagamento, mas nada foi definido com relação à multa rescisória."Nossos advogados dizem que os trabalhadores têm direito e nós pretendemos submeter essa questão à Justiça", disse o presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva. Para obter respostas sobre o assunto, Paulinho esteve, ontem, com o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Almir Pazzianoto. Ele estava acompanhado do deputado Luiz Antônio Medeiros (PFL-SP).Segundo a assessoria de Imprensa do TST, Pazzianoto recebeu o sindicalista, mas argumentou que o TST não poderia responder a consultas. Seu papel é julgar. Em caráter pessoal, Pazzianoto informou que tentaria ajudar na busca de uma solução.

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