JB Neto/Estadão
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Fumantes podem custar US$ 6 mil a mais por ano para as empresas

Funcionários que consomem cigarros produzem, em média, 15,6% menos do que os não consumidores

Sílvia Volpini, especial para o Economia & Negócios,

12 de junho de 2013 | 17h04

SÃO PAULO - A preocupação com a saúde não é o único motivo pelo qual os chefes encorajam seus funcionários a largarem o cigarro. Novo estudo da Ohio State University estima que uma empresa pode gastar com um empregado fumante, em média, US$ 6 mil a mais por ano em comparação com os não fumantes.

O que mais onera as empresas são os maiores intervalos tirados pelos fumantes durante o expediente.

Segundo o autor do estudo, Micah Berman, as pausas chegam a acrescentar US$ 3 mil por ano na folha de pagamento de cada funcionário que fuma. Os cuidados médicos colaboram no aumento das despesas das companhias em cerca de US$ 2 mil anuais.

O estudo alerta que funcionários fumantes têm a produtividade reduzida por causa dos efeitos da nicotina. Chegam a faltar 2,5 dias a mais no ano em relação a média não fumante. Esses dois fatores combinados elevam os custos do empregador em aproximadamente US$ 1 mil.

"As pessoas que fumam têm um nível de produtividade menor, porque ao longo do dia a nicotina pode causar distração", afirmou Berman ao site Fox News.

De acordo com os cálculos do pesquisador, fumantes produzem em média 15,6% menos do que não fumantes.

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