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Funcionalismo chileno pára por melhores salários

Mais de 500 mil funcionários públicoschilenos entraram em greve na segunda-feira exigindo um aumentode salário, num momento em que a inflação sobe e os cofres dogoverno se beneficiam do preço elevado do cobre. Órgãos públicos, bibliotecas e até hospitais fecharam,prejudicando as atividades da população. A greve tem duração de24 horas. Trabalhadores de vários setores já fizeram paralisaçõesneste ano para exigir uma maior participação nos resultados docrescimento econômico do Chile. "Salário Público Ético", "Aumento de 12 por cento", diziamcartazes colocados sobre a entrada de prédios públicos,enquanto os grevistas faziam piquetes com apitos e palavras deordem. O governo está em boa situação financeira graças ao aumentodo preço global do cobre nos últimos três anos -- que sereflete nos lucros da estatal Codelco e na arrecadaçãotributária. Os servidores querem aumento de 12 por cento, o triplo doque oferece o governo. A inflação já acumula 6,5 por centoneste ano -- bem acima dos 2,6 por cento de 2006. A Codelco, responsável por cerca de um terço da produção decobre do Chile, teve lucro de 6,736 bilhões de dólares nos trêsprimeiros trimestres. Nesse período, o superávit fiscal dogoverno chegou a 12,634 bilhões, um recorde.(Reportagem adicional de Rodrigo Martínez)

MANUEL FARIAS, REUTERS

19 de novembro de 2007 | 17h06

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