BERTRAND GUAY/AFP
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Funcionários da Torre Eiffel protestam contra batedores de carteira

Ponto turístico foi fechado perto das 4h30, no horário de Brasília, e reaberto aos visitantes no final da tarde; protesto aconteceu um dia após autoridades de Paris lançarem uma campanha para reforçar a proteção aos turistas

Jessica Chen, Leigh Thomas, Pauline Ades-Mevel, Reuters

22 Maio 2015 | 18h11

PARIS - Uma greve fechou a Torre Eiffel durante a maior parte desta sexta-feira, já que os funcionários exigem mais ajuda contra os batedores de carteira que agem nos arredores da atração parisiense, disseram empregados do edifício e sindicatos.

"Sempre houve batedores de carteira na Torre Eiffel, mas agora estamos lidando com uma rede organizada", disse um representante sindical. Os grevistas querem mais policiamento no local.

A empresa administradora declarou que já está cooperando com a polícia para melhorar a segurança de um dos pontos turísticos mais conhecidos do mundo. O local foi fechado perto das 4h30 (horário de Brasília) e reaberto aos visitantes no final da tarde.


O protesto aconteceu um dia depois de autoridades de Paris lançarem uma campanha para reforçar a proteção aos turistas e dizerem que os roubos nas proximidades das principais atrações da cidade diminuíram em comparação com o ano passado.

O museu do Louvre fechou durante um dia dois anos atrás, também por causa de greves relacionadas com batedores de carteira agressivos que visavam tanto turistas quanto empregados.

A França é o país mais visitado do mundo, acolhendo quase 85 milhões de estrangeiros por ano, de acordo com cifras do governo. Paris recebeu 47 milhões de visitantes em 2014, cerca de metade deles do exterior.

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