Funcionários do IBGE estão parados há 68 dias

A greve de parte dos funcionários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que já dura 68 dias, prejudicou pelo segundo mês consecutivo a divulgação da Pesquisa Mensal de Emprego (PME). As taxas médias de desemprego do país relativas aos meses de junho e julho ainda não são conhecidas. Em junho, faltou a análise dos dados do Rio de Janeiro; em julho, do Rio de Janeiro e de Salvador.

O Estado de S.Paulo

24 de agosto de 2012 | 03h04

Para analistas, a greve comprometeu a credibilidade das estatísticas de emprego do IBGE. O estrategista-chefe do Banco WestLB, Luciano Rostagno, considera que, sem as informações completas, tudo passa a ser "um jogo de hipóteses e suposições".

O economista-sênior do Besi Brasil, Flávio Serrano, destaca que, se as projeções para julho já haviam sido comprometidas pela falta dos dados do Rio, os cálculos para a taxa de desemprego em agosto serão ainda menos confiáveis, uma vez que na pesquisa de julho o problema se estendeu a Salvador. / DENISE ABARCA

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