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Funcionários do INSS decidem hoje sobre greve de 48 horas

Os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) decidem hoje, no fim da tarde, se deflagram ou não uma greve de 48 horas para protestar contra o novo horário de funcionamento das agências da Previdência Social. Conforme estimativas do próprio sindicato da categoria, a paralisação não deve afetar o Estado de São Paulo, pois não há registros de descumprimento da jornada de trabalho dos funcionários, de seis horas.A paralisação relâmpago está marcada para ocorrer entre amanhã e quarta-feira. Contudo, a Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social (Fenasps) ainda vai realizar assembléias em todos os Estados hoje. A determinação é para que cada sindicato defina se há ou não necessidade de realizar a greve.Caso a paralisação seja aprovada, os postos devem amanhecer fechados amanhã e na quarta. Por conta do aniversário de São Paulo, a greve não afetaria a Capital no dia 25, quarta.Na realidade, os trabalhadores não são contrários ao novo horário de funcionamento das agências (7h às 17h ou 8h às 18h). Os servidores temem que, por conta do aumento da carga horária, também haja uma necessidade de expandir a jornada de trabalho. O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo (Sinsprev) alega que a categoria conquistou, há mais de 20 anos, o direito a trabalhar por seis horas diárias. A Fenasps está orientando os servidores a parar as atividades por 48 horas apenas nos Estados onde houver descumprimento desta carga horária. ?Para o novo horário dos postos funcionar, queremos a contratação de 15 mil servidores em todo o País?, disse a diretora do Sinsprev, Rita de Cássia Assis.

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