Fundação Casas Bahia completa 60 anos atuando em prol da diminuição da desigualdade social
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Fundação Casas Bahia completa 60 anos atuando em prol da diminuição da desigualdade social

Entre as atividades previstas para celebrar o aniversário, a organização investirá R$ 9 milhões em ações sociais em 2021

Fundação Casas Bahia, Estadão Blue Studio
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29 de abril de 2021 | 17h03

Sessenta anos não são 60 dias. Se estivéssemos nos referindo à idade de uma pessoa, certamente abordaríamos questões sobre envelhecimento com qualidade de vida e quais fatores contribuem para isso. A trajetória da Fundação Casas Bahia, assim como uma vida, carrega muitas histórias e, nesse caminho ao longo dos anos, a instituição construiu um legado de transformação positiva para muitas pessoas que foram diretamente beneficiadas pelos projetos de fortalecimento das comunidades.

Neste mais de meio século, por meio de iniciativas de formação profissionalizante e de estímulo à geração de trabalho e renda para jovens e microempreendedores, a Fundação – que é a expressão social do ecossistema Via, antes conhecido por Via Varejo – agregou, entre outros inúmeros benefícios, aprendizagem à vida de muitas pessoas. 

De acordo com Hélio Muniz, diretor-presidente da Fundação Casas Bahia, estas seis décadas foram marcadas por parcerias de impacto com instituições como a Central Única das Favelas (Cufa), Aliança Empreendedora, Instituto Proa, Junior Achievement RJ, Empreende Aí, Yunus Negócios Sociais, A Banca, e tantas outras. “Esses parceiros dividiram conosco os desafios enfrentados e nos permitiram auxiliar em seus objetivos”, conta.

Em virtude do desafio sanitário e social que o País passou a enfrentar em 2020, adaptações nas ações da Fundação foram necessárias visando respeitar os protocolos de segurança, gerando mudanças também no panorama das atividades que seriam desenvolvidas ao longo do ano.

Nas frentes de Engajamento Social, Protagonismo Jovem e Fomento ao Empreendedorismo, praticamente todas as ações foram adaptadas para execução em meio virtual. Muitos desafios foram enfrentados, mas os resultados foram positivos, a exemplo da dificuldade de acesso das populações periféricas à internet – situação que também foi abordada pela Fundação por meio de ações de inclusão digital.

Compreendendo o cenário do País, a instituição também buscou atender às urgências das comunidades, em todo o território nacional, por meio de ações de ajuda humanitária. Foram distribuídas cestas básicas, itens de higiene e limpeza, além de eletrodomésticos e outros produtos fornecidos para hospitais, organizações sociais e abrigos temporários.

“A gente entendeu que, diante do quadro em que o Brasil passou a se encontrar, novas necessidades surgiram dentro das comunidades, então foi preciso que adaptássemos nossa atuação – que já era muito forte nesses espaços, mas, mesmo assim, incomparável com o que conseguimos realizar neste período do ano passado para cá”, revela Natália Menezes, gerente de Investimentos da Fundação.

Somente no ano passado, a instituição realizou um investimento social 74% superior em relação ao ano anterior, para minimizar os impactos causados pela pandemia nas periferias. No total, foram mais de 410 mil pessoas beneficiadas, 4 mil jovens formados em cursos de capacitação, aproximadamente 1.900 empreendedores apoiados, 880 organizações e entidades beneficiadas em 97 cidades de 23 Estados do País, com o suporte de mais de 1.187 participações voluntárias de colaboradores da Via.

Todo o impacto positivo promovido está no Relatório de Atividades, realizado anualmente, que apresenta as ações executadas no ano anterior, como valores de investimento, instituições assistidas e apoiadas, pessoas beneficiadas, e outros dados como, por exemplo, de parceiros que estiveram ao lado da Fundação no período.

Uma dessas histórias representa a empreendedora Carina Farias, que atua na área de massoterapia e estética na Barra da Tijuca e na Rocinha, no Rio de Janeiro. Ela foi contemplada com o Fundo Emergencial Mulher Empreendedora (F.E.M.E), que teve como objetivo apoiar microempreendedoras no período de crise. “Meu primeiro contato com a Fundação foi no ano passado quando, através de uma rede social, eu conheci a proposta do curso com o benefício financeiro que me ajudaria a investir no meu negócio na pandemia”, conta ela.

Por acompanhar de perto as comunidades onde atua, a Fundação sabe que o auxílio financeiro é eficaz em períodos de crise. Por essa razão, quem participou do F.E.M.E pôde investir o dinheiro nas urgências que escolhesse como prioritárias. Carina disse ainda que utilizou parte do dinheiro para comprar alimentos para sua casa, e outra parte para comprar os produtos de que precisava para impulsionar o atendimento à clientela. 

O projeto F.E.M.E, criado em parceria com a Aliança Empreendedora, é um dos principais exemplos de iniciativas realizadas. Duas mil mulheres foram selecionadas para receber uma ajuda de custo, como forma de incentivar o investimento no próprio negócio, além de participar de treinamentos voltados para gestão e educação financeira. Ao todo, R$ 1 milhão foi disponibilizado para esse projeto.

Atualmente, a frente com maior relevância é a formação de jovens, grupo denominado institucionalmente como “protagonismo jovem”. Esse é o público mais prejudicado, no sentido de aprendizagem e em razão da pandemia, e que a Fundação busca beneficiar por meio de formações profissionalizantes e do estímulo à formação pela educação empreendedora, além de fomentar o ingresso no mercado de trabalho ou no trabalho autônomo.

Desafio Fundação Casas Bahia

Um desses projetos sociais é o Desafio Fundação Casas Bahia, desenvolvido em parceria com a Junior Achievement RJ. Voltado para jovens de 15 a 24 anos de idade, o objetivo é que os participantes criem uma startup do zero. Para isso, será oferecido um programa de aprendizagem prática e profissional para que eles vivenciem mais de perto o empreendedorismo.

Os jovens terão oportunidade de conhecer conceitos, ferramentas e desenvolver habilidades necessárias para transformar suas ideias em soluções, visando à melhoria de vida das pessoas. Três mil jovens sairão capacitados nessa trilha de inovação e as 60 equipes mais bem avaliadas, cerca de 300 jovens, receberão reconhecimento financeiro de R$ 300 a R$ 1.500.  As três finalistas terão sua startup acelerada pela Distrito, uma plataforma de inovação para grandes empresas, startups e investidores.

A participação é gratuita e as inscrições vão até o dia 31 de maio, podendo ser realizadas no site.

Pés no presente, olhar no futuro

Já no início de 2021, ano em que a instituição completa 60 anos de existência, diversas ações foram apoiadas, com o objetivo principal de minimizar os impactos da pandemia no Brasil. Entre elas, a doação de R$ 4 milhões para ações de combate à fome, mais de R$ 300 mil em ajuda humanitária para os Estados do Amazonas e Pará, para a aquisição de seis usinas de oxigênio, em parceria com a União BR, e a doação de itens de necessidade básica e hospitalar para a Cufa (AM) e Unicef (PA).

Além disso, também contribuiu com a doação de R$ 1 milhão para a construção da nova fábrica do Instituto Butantan, cooperando de forma indireta na produção da vacina CoronaVac no Brasil, em parceria com a Comunitas BR e a InvestSP.

“Nestes 60 anos, somamos muitas histórias que passam pelo engajamento de colaboradores voluntários, parceiros e entidades que buscam fazer a diferença por meio da criação de oportunidades. Este ano nos proporciona fazer um resgate de tudo o que foi conquistado e planejar um futuro que começa agora”, vislumbra Hélio Muniz, diretor-presidente da Fundação Casas Bahia.

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