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Fundos de pensão podem aplicar 35% em ações

Pela nova legislação, baixada em março pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os fundos que têm planos com contribuição definida podem aplicar até 35% do seu patrimônio em ações. Para aqueles fundos com planos de benefício definido o limite de aplicação é ainda menor, de 30%. Os fundos têm até 31 de dezembro deste ano para entregar um plano de enquadramento nas novas regras. Até lá, as entidades não podem aumentar os investimentos em ações para não piorar o desenquadramento nas novas regras. Segundo o secretário-adjunto de Previdência Complementar, José Roberto Savóia, esses novos limites para os investimentos no mercado acionário foram fixados para evitar um exposição grande do patrimônio dos fundos em ações, considerada uma aplicação de risco. A Previ é o fundo que está mais desenquadrado nos novos limites, com 58,24% do seu patrimônio aplicados em investimentos em renda variável. A Centrus tem 50,01% , o Serpros 48,61% e a Sistel, 38,88%. A SPC vai divulgar na Internet uma lista completa com informações sobre o porcentual do direcionamento dos investimentos de todos os 349 fundos de pensão do País. A lista informará a participação do total de ativos dos fundos em renda fixa, renda variável e investimentos imobiliários.

Agencia Estado,

20 de junho de 2001 | 19h39

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