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Furlan afirma que PIB menor da China terá impacto pequeno

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, disse hoje que ?caso o crescimento econômico da China este ano venha a se confirmar menor do que os resultados de anos anteriores, conforme alguns setores do mercado financeiro começam a estimar, o impacto nas exportações brasileiras para o país oriental será pequeno e temporário?. A afirmação foi feita no 7º Seminário Perspectiva da Economia Brasileira, realizado em São Paulo, pela Tendências Consultoria. "Temporariamente poderíamos ter uma queda de demanda, mas não seríamos tão afetados inclusive porque teríamos um abrandamento de preços internacionais de commodities, que hoje são muito altos, e que esse abrandamento beneficiaria outras economias, que hoje sofrem com os preços altos", explicou. Para ele, a eventual queda de preços de commodities permitirá ao Brasil ampliar suas exportações para outros mercados. Além disso, o ministro lembrou que a China teve "crescimento inesperado" de 10% no último ano e que, por isso, o governo brasileiro encara de forma natural o reposicionamento do PIB daquele país para crescimentos de 7% a 8% esse ano.

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