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Furlan diz que não há novo acordo com Argentina sobre cotas

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, esclareceu hoje que o Brasil não fechou nenhum novo acordo trocando cotas de exportação de eletrodomésticos por cotas de importação de produtos argentinos como vinho, cebola e arroz. Essa versão sobre um novo acordo foi circulada ontem por funcionários do governo argentino. "Temos cotas estabelecidas nas negociações com o setor privado, por exemplo, em eletrodomésticos, têxtil, mas não há novo acordo", disse hoje, durante a 27ª Reunião de Cúpula do Mercosul.Ele lembrou que, na semana passada, seu secretário-executivo, Márcio Fortes, esteve em Buenos Aires para discutir as alternativas apresentadas pelo Brasil à proposta argentina de adoção de salvaguardas automáticas para proteger setores sensíveis.O Brasil sinaliza com uma política industrial comum e financiamentos do BNDES. Uma nova rodada ocorrerá em janeiro próximo. Até lá, o governo brasileiro tem procurado manter o tema das salvaguardas e suas alternativas em banho-maria, pois constatou-se que o clima entre os dois países ficou por demais exaltados.Enquanto isso, o MDIC vem amarrando acordos setor a setor. No caso dos eletrodomésticos, por exemplo, o Brasil aceitou cotas temporárias para suas exportações, desde que não tenha reduzida sua participação no mercado argentino.

Agencia Estado,

17 de dezembro de 2004 | 14h28

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