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Furlan explica critérios para não diferenciar juros de empresas

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, disse hoje que "não houve ganhadores e nem perdedores" no debate que levou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a rever a regra que previa juros mais altos para empresas estrangeiras em comparação às nacionais. "A divergência sempre foi muito franca, leal e de alto nível", afirmou Furlan. Ele informou que levou o tema da diferenciação de taxa de juros à reunião do conselho do BNDES. "Houve convergência no conselho de que não faz sentido diferenciar empréstimos para empresas estrangeiras", disse Furlan. Em primeiro lugar, explicou o ministro, porque a Constituição brasileira eliminou a diferenciação de conceitos. Além disso, informou, é difícil distinguir empresas estrangeiras das nacionais.Ele lembrou ainda que o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se em janeiro com um grupo de empresários estrangeiros para pedir investimentos no País. "Não faz sentido incetivá-los a investir conosco se, depois, os discriminamos", observou.Lembrou ainda que a demanda por empréstimos do BNDES por empresas estrangeiras é pequena e acrescentou que não faltam recursos para o banco emprestar. "Não houve aceleração de demanda que justificasse discriminar as empresas estrangeiras", comentou o ministro.

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