Furlan reafirmará em Cancún posição contrária aos subsídios

O ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, afirmou hoje que a posição do Brasil na reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Cancún que começa na segunda-feira é bastante clara. O País vai defender a eliminação dos subsídios internacionais às exportações e também a abertura dos mercados dos países mais ricos aos países em desenvolvimento. Antes da declaração do ministro, o secretário Executivo da Camex, Mário Mugnaini Júnior, foi mais enfático com relação à defesa da queda dos subsídios. "Sem a discussão dos subsídios, não tem conversa", disse, antes da chegada de Furlan ao evento, o seminário sobre Defesa Comercial realizado na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ). O ministro afirmou ainda que o Brasil irá defender também na OMC a redução substancial dos subsídios à produção e ao consumo interno nos países. Segundo Furlan, o Brasil também não vai abrir mão da posição contra a prorrogação da chamada "Cláusula da Paz", que prevê que até o final desta rodada de negociações, em dezembro, nenhum país peça a formação de um comitê para analisar a questão agrícola na OMC.

Agencia Estado,

05 de setembro de 2003 | 14h02

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