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G-20 deve transformar palavras em ações, diz Bird

Segundo Robert Zoellick, 'as pessoas esperam dos líderes uma resposta global, coordenada e rápida'

Angelo Ikeda, da Agência Estado,

17 de novembro de 2008 | 13h15

O presidente do Banco Mundial (Bird), Robert Zoellick, elogiou o grupo dos 20 países mais industrializados e nações emergentes por se unir contra a crise financeira e a desaceleração da economia mundial, mas disse que o grupo precisa agora transformar palavras em ações. O que importa agora é colocar em prática o que foi discutido, Zoellick disse. "As pessoas esperam dos líderes uma resposta global, coordenada e rápida." Veja também:G-20 se compromete a evitar novas barreiras comerciais por um anoLeia o comunicado do G-20 na íntegra  Veja as medidas que precisam ser adotadas  De olho nos sintomas da crise econômica  Lições de 29Como o mundo reage à crise  Dicionário da crise  O estímulo fiscal se tornou a prioridade, ele disse, advertindo que "tais ações devem levar em conta os interesses dos pobres e mais vulneráveis em países em desenvolvimento". O Banco Mundial também planeja continuar aumentando a ajuda a países em desenvolvimento para que eles consigam lidar com a crise, disse Zoellick, satisfeito com o comprometimento do G-20 em garantir que o banco tenha recursos suficientes. No começo desta semana, Zoellick anunciou planos para aumentar em mais de 100% a capacidade de recursos para financiamento do banco, incluindo novas facilidades para ajudar o setor privado. No documento final do encontro, o G-20 se comprometeu a ampliar os esforços para conter a crise financeira e reativar a economia mundial, e pediu que os países usem políticas fiscais e monetárias, conforme a necessidade, para sustentar o crescimento e a estabilidade. O grupo também disse que irá ajudar países em desenvolvimento a obter acesso a financiamentos, e assegurar que o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e outros bancos multilaterais de fomento tenham recursos suficientes.

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