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G-20 não encontra solução para dívidas de emergentes

Os ministros da economia e diretores de bancos centrais dos países integrantes do G-20 não conseguiram chegar a um acordo num encontro realizado em Nova Déli, na Índia, sobre como se resolver as moratórias das dívidas dos países emergentes, segundo o jornal Financial Times. O ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o presidente do Banco Central, Armínio Fraga, participaram do evento. O G-20 abriga os países do G-7 - as sete maiores economias do mundo - e os principais países em desenvolvimento - entre eles, China, Brasil, Índia e Rússia - e foi criado após as crises financeiras asiática e russa do final da década de 90. Segundo o Financial Times, os países latino-americanos, principalmente o Brasil e a Argentina, continuaram se opondo fortemente a qualquer sistema compulsório de resolução para as dívidas, que inicialmente foi proposto no ano passado pela vice-diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Anne Krueger. Os países latino-americanos argumentam que um mecanismo de resolução da dívida elevaria muito o custo de financiamento nos mercados internacionais.No encontro realizado nesse fim de semana, eles concordaram apenas em adiar uma decisão em relação ao estabelecimento de um mecanismo para dívidas soberanas até a próxima reunião da primavera do FMI e do Banco Mundial.Outros países em desenvolvimento, incluindo a Índia e a China, que não são tão vulneráveis a uma crise de solvência, demonstraram uma maior disposição de apoiar a proposta. Os países do G-20 pelo menos divulgaram um comunicado conjunto salientando a necessidade de tornar a globalização mais igualitária e menos perigosa.

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