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G-30 defende revisão de cotas do FMI a cada 4 anos

As cotas do Fundo Monetário Internacional (FMI) devem ser automaticamente revistas a cada quatro anos para que reflitam melhor as realidades econômicas, defendeu hoje o presidente do banco central do México, Guillermo Ortiz. "No futuro, ajustes de cotas seriam feitos de uma forma melhor por meio de um processo automático regularizado", disse Ortiz. Ele faz parte do Grupo dos 30, que é formado por representantes do setor financeiro público e privado e por membros do ambiente acadêmico, e também preside o conselho do Banco de Compensações Internacionais (BIS).

MARCÍLIO SOUZA, Agencia Estado

05 de outubro de 2009 | 10h25

"Num sistema como esse, a revisão da cota ocorreria a cada quatro anos, usando a fórmula vigente, que por sua vez seria atualizada a cada oito anos", disse Ortiz, em entrevista coletiva. Em relatório sobre a reforma do FMI, o G-30 apoiou a ideia de que o Fundo deve atuar como uma reserva global, usando suas várias linhas de crédito. O G-30 também argumenta que nenhum país deve ter poder de veto no FMI. As regras do Fundo exigem 85% de aprovação para as mudanças, o que dá aos EUA poder de veto de fato graças à sua cota de 17%.

Ontem, o corpo que administra o FMI pediu a implementação rápida de uma decisão recente de transferir uma fatia de cerca 5% da cota dos países desenvolvidos para os que estão em desenvolvimento. Há também um acordo de princípios para que as cotas de países em rápido crescimento aumentem em linha com seu papel global. Ortiz acrescentou que a assimetria do comportamento do FMI com relação às nações credoras de devedoras também precisa ser equilibrada. As informações são da Dow Jones.

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