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G-7 reforçará necessidade de promover crescimento global

A necessidade de reforçar o crescimento normal e controlar a deteriorada situação de segurança do Iraque devem ser os temas dominantes das discussões dos ministros da Fazenda e de bancos centrais das sete nações mais industrializadas, iniciadas ontem, em Washington.O G-7 ? formado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Inglaterra, Itália e Canadá ? tem algum espaço para adiar decisões econômicas duras, uma vez que a economia global ? depois de haver sido assolada por recessão, ataques terroristas e guerra ? parece estar no bom caminho para uma recuperação sustentável.No início desta semana, o Fundo Monetário Internacional divulgou suas previsões de um crescimento global, este ano, de 4,6% e 4,4% em 2005. Entretanto, o FMI avisou que o prognóstico pode ser ameaçado por fatores como uma elevação no preço do petróleo, que pode eliminar 0,3 pontos percentuais do crescimento para cada US$ 5 de aumento no preço do barril, e os crescentes riscos geopolíticos do Iraque.Antes que os ministros do G-7 começassem suas conversações, sexta-feira, eles tiveram uma reunião especial com representantes de 12 países, União Européia e instituições de financiamento do combate ao terrorismo.?As recentes tragédias em Madri e Riad mostram claramente que não podemos relaxar a vigilância e não devemos reduzir ou acabar com nossos esforços no combate a esse flagelo?, disse o G-7 numa nota oficial.As conversas do G-& terminam hoje, quando os ministros divulgarão um comunicado e liderarão os encontros anuais do FMI e do Banco Mundial.

Agencia Estado,

24 de abril de 2004 | 11h25

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