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G-8 quer promover economia de mercado responsável

Promover uma "economia de mercado responsável". Esse será um dos principais objetivos da reunião anual do G-8 (grupo das oito maiores economias do mundo), que ocorre em quinze dias no balneário de Evian, na França, e que neste ano também estará aberta para a participação de outros países, como Brasil, África do Sul e China. Juntos, os chefes-de-estado estarão representando 80% da riqueza mundial e pretendem começar um debate sobre fórmulas para que sejam evitadas crises financeiras como a que ocorreu na Argentina no ano passado e que transformou a realidade social do país. Qualquer que seja a solução, porém, os organizadores do evento sabem que serão obrigados a incluir o tema do crescimento da economia mundial nos debates. "A reunião pretende dar um sinal aos mercados de que os governos estão comprometidos com a recuperação (da economia)", afirmou um dos assessores do governo francês. Outro tema que entrará nas conversas será o do comércio e da necessidade de que a rodada de negociaçôes da Organização Mundial do Comércio (OMC) sejam concluídas até 2005. Para o Banco Mundial, a liberalização que resultaria da rodada promoveria ganhos especialmente para os países em desenvolvimento. De fato, além dos temas econômicos, o G-8 pretende dedicar uma parte de suas atividade para debater estratégias para a redução da pobreza. O próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva já declarou que irá propôr a criação de um fundo mundial contra a fome e os organizadores do evento ainda esperavam que temas como saúde, acesso à água e o problema da dívida externa dos países pobres façam parte dos debates. Apesar de não estar mencionado na agenda do evento, um dos objetivos do encontro de Evian, entre os dias 1 e 3 de junho, será o de restabelecer a confiança entre os líderes, principalmente depois da guerra no Iraque. Para isso, os organizadores do evento informam que a reunião ocorrerá de uma forma que permita o máximo de informalidade entre os presidentes e primeiros-ministros. Em algumas das reuniões, os chefes-de-estado poderão estar acompanhados por apenas um assistente, prática nem sempre comum em encontros de cúpula.

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