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G10 acredita que crescimento global permanecerá forte em 2007

Os bancos centrais dos países do G10, formado pelas principais potências mundiais, consideraram nesta segunda-feira que o crescimento global da economia deverá permanecer forte em 2007, embora possa arrefecer em relação a 2006.Após o encontro bimestral do G10 na Basiléia (Suíça), o presidente do Banco Central Europeu (BCE) e porta-voz do grupo, Jean-Claude Trichet, assegurou que os países que assistiram ao encontro coincidiram em que a economia global crescerá com força em 2007.No entanto, advertiu que a incerteza sobre o futuro crescimento mundial aumentou e destacou que é "fundamental" manter as expectativas de inflação ancoradas no mundo todo."Em resumo diria: crescimento robusto em um universo de insegurança crescente", afirmou Trichet, que acrescentou que o aumento das incertezas deriva dos altos preços do petróleo e do perigo de aumento do protecionismo após o fracasso das negociações da Rodada de Doha.Trichet mencionou ainda os desequilíbrios globais e uma possível nova avaliação dos riscos nos mercados financeiros como empecilhos que a conjuntura global também deve enfrentar.O presidente do BCE disse que os bancos centrais "não podem estar satisfeitos" com a evolução da inflação e destacou a importância de estes organismos terem credibilidade como "guardiães da estabilidade de preços".Os presidentes dos bancos centrais do G10 e de algumas economias emergentes se reúnem a cada dois meses na sede do Banco de Compensações Internacionais (BIS) na Basiléia para analisar a situação da economia mundial.Onze países são membros do G10: Alemanha, Bélgica, Canadá, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Japão, Reino Unido, Suécia e Suíça.

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